segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Plansel Selecta — Homenagem ao Thomas '2012

Monocasta Trincadeira, vinificado em lagar, com maceração, e estagiado 8 meses em carvalho francês. Tem 15% vol.

O produtor é a Quinta da Plansel, de Montemor-o-Novo.

Flores e muita ameixa preta, doce, com toque lácteo. Mais tarde, um pouco de tabaco.

Corpo e persistência médios+, com taninos maduros, boa acidez e álcool bem integrado.

Um vinho de recorte moderno, honesto e bastante temático, mas nem por isso complexo ou inspirador.

6€.

15,5

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Outono de Santar '2011

O vinho é 100% Encruzado, botritizado, estagiado 12 meses em carvalho francês; o produtor dispensa apresentações.

Servido a 12ºC. Leve e doce, etéreo sem ser alcoólico, trouxe consigo cheiros de frutos secos, tangerina e maçã, pastelaria, mel e melaços, musgo e humidade.

Muito fino, possui uma complexidade vaga, fácil de entender até chegar a altura de a explicar ao próximo.

Apesar da relativa falta de força e frescura, é bonito e merece ser conhecido.

A "Revista de Vinhos" considerou o seu sucessor de 2012 mais interessante.

9€.

16

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Bingo!

sábado, 29 de julho de 2017

Morgado de Silgueiros — Encruzado '2015

Monocasta Encruzado da Adega de Silgueiros.

Fermentou durante 14 dias nas barricas de carvalho francês onde depois estagiou, dois meses, sur lie, com bâtonnage.

No nariz, citrinos em tons de verde carregado.

Na boca, frescura suficiente e leve amargor que remete o paladar a raspa de laranja amarga e limão.

É um vinho denso, encorpado, apesar de isso se reflectir mais no seu peso que em untuosidade.

Persistência mediana, com ligeira salinidade no final.

O tempo no copo trouxe-lhe um fundo de anis e talvez alcaçuz.

5€.

15

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Trapiche — Roble Malbec '2014

Aqui está um vinho proveniente de cepas plantadas em altitude — entre 750 e 1100 metros sobre o nível do mar.

Varietal Malbec produzido por uma das mais emblemáticas adegas argentinas, estagiou 9 meses em carvalho francês e americano antes de engarrafado.

Correcto, bom de beber, mostrou figo, vegetal seco e barrica. Evoluiu na direcção das especiarias e chocolate.

Artigo de produção em massa, possui carácter varietal q.b., mas aí termina a sua originalidade. Bom para acompanhar churrascos.

6€.

15

domingo, 23 de julho de 2017

Hope Sandoval & the Warm Inventions — Through the Devil Softly

É o segundo álbum de Hope Sandoval & the Warm Inventions — link.


State your way 'cause you're going down
Get your hands to pray your way out
Satellite 'cause your faith ain't home
Jingle head your heart's made of stone

Don't blaze on your way home
Count your blessings 'cause you're hazed and don't know
Four days on your head made of hair
Just before you lay yourself down

In the ground where you came
In the place that your sisters made

Put your hands to pray your way out
For the lake 'cause it's all that your have

Don't play me for a fool you say
Happiness is your hearts contents
Count your blessings, all the way
Count your blessings on your way down

On your way down, on your way down
On your way


#11, Satellite

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Pingo Doce — Douro Reserva "2ª Edição" '2013

Edição limitada: garrafa nº 2609 de 5000.

Feito pela FALUA, com Tinta Roriz e Tourigas Franca e Nacional. Tem 13,5% vol.

Volumoso e bastante gordo, pastoso, glicerinado, com esteva, fumado, floral e químico a perfumar a fruta negra, madura, que lhe constitui o cerne.

Bem saboroso, termina razoavelmente longo.

Claramente Douro, pronto a beber, vem num estilo que dá primazia à força, que contrapõe à falta de finura uma sobeja presença.

Foi consumido com um exagero de pizza, mas teria aguentado companhia mais exigente.

5€.

15,5

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Lua Nova em Vinhas Velhas '2012

Vinhas velhas, lagares de granito, sem madeira.

Muito floral, com um traço de frutos secos.

Robusto, correcto, a fruta ainda decente.

Nota-se a ausência de barrica, agora que tem quase cinco anos de idade — terá brilhado mais em novo.

A carne de porco em vinho tinto do almoço deu-lhe melhor vida que o lanche que se lhe seguiu: pão de água, rústico q.b., recheado com Agaricus e Pleurotus cozinhados na chapa, molho picante e mostarda.

4€.

15

sexta-feira, 14 de julho de 2017




Não me interpretem mal: ele ainda não morreu.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Tons de Duorum '2016 (Branco)

Lote constituído por 30% de Viosinho, 25% de Rabigato, 2% de Verdelho, 20% de Arinto e 5% de Moscatel Galego, este vinho é feito na Quinta de Castelo Melhor, perto de V.N. de Foz Côa.

Cor citrina.

Limonado e floral. Flores silvestres, rasteiras, daquelas amarelas e brancas, de cheiro contido e sabor amargo, que há em todo o lado.

Depois, mas também com certa forma de destaque, o perfume do Moscatel. Só 5%, heh?!

Ademais, fresco e gordito, com alguma substância.

É um branco fácil, mas também simples. Alongar-me numa sua descrição seria forçar.

Gostei mais dele com stir-fry que com certo queijo de cabra meio curado, de Ródão, que lhe "puxou" um lado doce que, não se vá à procura dele, está muito bem arrumado.

Foi enviado pelo produtor, que recomenda um PVP de 3,99€.

15,5