quarta-feira, 30 de Junho de 2010

Quinta dos Aciprestes — Touriga Franca '2001

Pouco apurei sobre ele: trata-se de um varietal Touriga Franca estagiado em madeira, produzido com uvas de uma parcela específica da quinta que lhe dá o nome, sob a supervisão do norte-americano Jerry Luper (Diamond Creek, Freemark Abbey, Chateau Montelena, Qta. da Carolina). . . O produtor, a Real Companhia Velha.

Bouquet suave e complexo, a desdobrar-se em notas de fruta iodada, couro, charuto e evocações adocicadas de farmácia. Perdeu alguma da circunspecção inicial com o tempo de abertura: a fruta mais definida, morango doce, quase sumarento, ligeira papaia, café e ervas de cheiro. . . muito bonito. Na boca apresentou-se mineral, com taninos gordos, doces, perfeitamente envolvidos em deliciosos sabores a ginja e framboesa, num conjunto longo e de grande harmonia.

Está no ponto, beba-se antes que decaia.

28€.

17,5

terça-feira, 29 de Junho de 2010

Guadalupe '2008 (Tinto)

Alentejano das imediações de Vidigueira, zona com assinalável tradição no cultivo da vinha, este tinto consiste num lote de Aragonês, Trincadeira e Alfrocheiro, sem estágio em barrica, produzido pela Quinta do Quetzal. Ficha técnica, aqui.

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Rubi, escuro. No aroma predomina a fruta, negra, expressiva mas não límpida, madura mas não compotada, misturada com notas de cacau e de folha de tabaco. Mostra na boca corpo e persistência medianos, alguma estrutura e frescura, macieza e equilíbrio q.b., sem doçura livre perceptível.

Será melhor bebê-lo agora, enquanto jovem, que foi para isso que o fizeram.

15


P.S. — Quetzal, Quetzalcoatl, a lenda de Tecún Umán e Quetzalcoatlus: vale a pena explorar um pouco.

segunda-feira, 28 de Junho de 2010

Elvis Presley — Suspicious Minds



Para quebrar a enochatice.

domingo, 27 de Junho de 2010

D'Aguiar '2005

Mais um tinto de Figueira de Castelo Rodrigo. 85% Tinta Roriz e Touriga Nacional, brevemente estagiado em barrica.

O produtor faz parte do grupo Caves Aliança.

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Rubi, com alguns anos na cor. Impera a fruta, negra, densa, doce, parcialmente compotada, à mistura com sugestões de rebuçado floco-de-neve. Talvez por isso tenha estranhado a total ausência de doçura na boca, levemente acerba, até, mas, de resto, de perfil composto, macia e duradoura.

Nunca deixou de ser um vinho simples, de entrada de gama, mas está numa fase muito bonita, de grande equilíbrio. Drink up, though.

4€.

15

sábado, 26 de Junho de 2010

Abadía Mantrús — Reserva '2003

Varietal Tempranillo das Bodegas Ontañón, foi feito com uvas de vinhas velhas, plantadas a 700-800m de altitude, no cimo de uma colina situada nas imediações da localidade de Fuentecén, comarca da Ribera del Duero. Estagiou durante dois anos em barricas de carvalho e outro em garrafa antes de ser lançado no mercado.

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Apresentou-se de cor rubi, halo carmim, com aromas a frutos negros ligeiramente compotados e notas de tosta e fumo da madeira onde estagiou, num conjunto simples e algo duro, de bom porte e sapidez satisfatória, embora de persistência apenas mediana.

7€.

15,5

sexta-feira, 25 de Junho de 2010

Irreverente '2005

Vinho Regional Beiras produzido pela União das Adegas Cooperativas da Região Demarcada do Dão — UDACA. As uvas das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Jaen e Alfrocheiro, provenientes das sub-regiões de Castendo (que engloba o concelho de Penalva do Castelo e parte do de Sátão), Alva (Tábua e Oliveira do Hospital) e Serra da Estrela (Seia, Gouveia), fermentaram durante 5/6 dias a temperatura controlada, tendo o vinho resultante sido estagiado durante 5 meses em barricas de carvalho.

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Cor rubi. Boa intensidade de cheiros e sabores, amálgama frutada de onde se destacam notas de passas, mato e fumo de madeira. Curto e um tanto magro, sem volume suficiente para integrar de forma eficaz o álcool e a acidez rústica que apresenta. Taninos completamente polidos, ou quase. Melhor há dois anos atrás, quando a dureza da juventude lhe dava outra consistência. Neste momento nota-se um vinho honesto, bebível se servido ligeiramente refrescado, mas pouco mais.

3€.

13,5

quarta-feira, 23 de Junho de 2010

Velharias (23)

Cinquenta horas sem dormir!

Há tempos, aquando das últimas eleições legislativas, ouvi um primo meu dizer que mais valia levarmos com um ferro nos cornos do que com um durão pelo cu acima.

O tempo passou. Mal ou bem, alguma coisa aconteceu.


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Evolução fractal autosemelhante: olhos de ónix na semiobscuridade. Os halogéneos dissolvem a noite num clarão impossível.

Love is forever in an instant.

Sim, disse-lhe que a amava. Mas isso pouco importa.

A Falta pode manifestar-se das mais variadas maneiras. Pode ser um aposento às escuras, um disco de Bob Dylan a tocar quase baixinho, uma janela aberta, uma garrafa de Canadian Club gelado — um pratinho com comprimidos. Meds. Efexor-XR 75. Venlafaxina, um antidepressivo SRNI. Serotonin-norepinephrine reuptake inhibitor. Obrigado, AA. Risperdal. 3mg. Risperidone. Amarelinhos, gordinhos, miam. . . Antipsicóticos: para mim uma birra, para o meu pobre Irmão M', uma necessidade — 'tadinho. Duas unidades. Ah! Os meus Valium, 10mg. . . Os MEUS ansiolíticos, conquistados PELA MINHA PESSOA às garras de um terrível Professor de Coimbra, shrink filho da puta, a recusar-se a drogar um gajo só por já ser drogado, lol, azulitos, tão lindos. Alguns, um punhado pequenino, que estes são bons de obter. E depois, gelo. Canadian Club. Drunf. Gelo. Canadian Club. Canadian Club. Drunf. Gelo. (Os drunfs pedem gelo — juro.) E, que consolo! A entidade parental e o meu maninho dormem, talvez profundamente, não muito longe. . . A Falta Permanente é a única que realmente dói, mas pode ser mitigada com qualquer outra Falta, mais terrena, mais fácil de satisfazer. Adição. Substantivo feminino, singular. Acto de adir. Juntar. Agregar. Possuir. . . uma herança.

Estou em paz.

Por uns minutos.

Em breve, o ronronar irritante de um automóvel a diesel que se aproxima, cada vez mais devagar. Pára diante de mim. Estaciona rente ao passeio, do meu lado. Não abandono a janela, mas interrompo o ritual. Surge um rapaz vestido de branco. E negro. Sacudo o meu John Player Very Special, 2xAA Class cigarettes rolled in my own fashion. Pure double King Size: a raw aggression to the brain. Holly cow! Não posso escusar-me a sorrir. . . Filme. . . São tantos os que me castigam. . . S', um sonho lindo à espera de acabar. M', a ansiedade incontida que não sabe como me dizer que realmente precisa de mim. Dylan: é dele o álbum mais triste da história do Rock. E também um dos mais belos, the one that comes see you when teardrops fall. . . Repetindo-se há horas. Randomly. Repetição: permanência: o que nunca me abandonou. Eu. Tantos os que me massacram. Tudo vai e vem, até que seja eu a ir. Porventura sem querer. Mas estou muito bem!. . . Em silêncio. . . O rapaz olha-me de frente.

Sem querer, desfaço-me num sorriso dengoso. Doce. Doce. . . O rapaz demora-se em mim, a sua expressão suaviza-se.

Na casa em frente, uma luz acesa que só eu posso ver.

Segundos. . . Toca um telefone celular. O dele. Nem sequer atende. Vira-se. Começa a atravessar. Olha ainda uma vez para trás, para mim. Dou mais uma passa. Outro gole. . . Um portão automático vai-se abrindo lentamente, do outro lado da rua. Ele acelera o passo.


Jun'2004


E enquanto pego (d)os últimos despojos da disquete maldita dos rascunhos mal paridos, e aqui publico, recordo-me de duas coisas de importância não negligenciável: o coiso de chocolate escuro, húmido, coeso, que agora estou a comer, muffin?, não deve ser, não quero dizer asneira, mas o nome em questão também é uma só palavra e inglesa, enfim, que se lixe, o coiso é bom e acontece muitas vezes: pois bem, foi a S' que fez, é a S' que faz sempre. Vitória, heh. Encaixa esta, mundo. E a outra coisa de importância não negligenciável, mas que por acaso é capaz de não ser assim tão importante, pelo menos agora que já passaram muitos anos e nunca mais vi o R', é que, na verdade, nunca mais voltei à casa da irmã dele porque a moça, militar, casada com outro militar, imaginem só como se havia de sentir o Bear Grylls ali, topou, não muito depois de isto ter sido escrito, que lhe andávamos a mijar pela varanda abaixo — e não gostou.

Ah, o coiso húmido de chocolate chama-se brownie. Porque não browny? Para se distinguir de uma coisa qualquer que tenha acastanhado, como em the flat chocolate cake usually named brownie spent too much time in the oven, thus got a little browny, say, somewhat browned, on the sides? Cheguei a pensar em colar aqui os tags "coisas do mundo", "comida", "bolos", "chocolate" — mas, por Deus, não.

terça-feira, 22 de Junho de 2010

Tinto da Talha — Grande Escolha '2003

Alentejano de Redondo, lote estagiado por 3 meses em madeira de carvalho novo, francês e americano, de uvas Touriga Nacional e Aragonês, vinificadas em estreme. Foi produzido pela Roquevale.

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Granada. Concentrado e bem menos quente que o previsto, fino na fruta vermelha e negra, boa ameixa, boa framboesa, acompanhadas por ligeiras sugestões de vegetal verde e notas de pêssego, de chá, de madeira assaz integrada. Boca de perfil frutado, rica, macia, persistente, sem doçura sobeja, amparada por boa acidez. Evoluiu com o tempo de abertura para chocolate e passas. Está no ponto.

7€.

17

segunda-feira, 21 de Junho de 2010

Reguengos — Garrafeira dos Sócios '2001

Topo de gama da Coop. Agrícola de Reguengos de Monsaraz, este vinho consiste num lote de Trincadeira, Aragonês e Castelão — nada apurei quanto a quantidades — que, volvidas as fermentações alcoólica e maloláctica, estagiou em depósitos durante um ano e, posteriormente, de 8 a 12 meses, consoante a prova, em meias pipas de carvalho português. Encheram-se 110600 garrafas de 75cl, tendo cabido a esta o nº 78711.

Cor vermelho cereja, escura e a acastanhar. No nariz predomina a fruta em passa, negra: figos, uvas e algo mais. Também café, pele e folha de tabaco, num conjunto ainda bem vivo, equilibrado e envolvente. Na boca apresenta algum volume, alguma complexidade e muita macieza. O final é razoavelmente longo. Pelas indicações dadas por esta garrafa, embora não aparente encontrar-se na fase descendente, diria que não vai melhorar com mais guarda.

14€.

16,5

domingo, 20 de Junho de 2010

Cistus — Reserva '2007

Douro DOC elaborado a partir de uvas das castas Tinta Roriz (40%), Touriga Franca (40%) e Touriga Nacional, provenientes de vinhas com uma idade média de 23 anos, situadas nas encostas do rio Sabor, próximo de Torre de Moncorvo, no Douro Superior, foi vinificado em cubas de inox com controle de temperatura e estagiado durante 15 meses em barricas de carvalho americano, francês e húngaro. De 28000 garrafas produzidas, abri a nº 9613.

Vinho de cor rubi, escura e concentrada, solta-se após um par de horas de arejamento, exalando aromas a frutos negros bem maduros, junto com notas de mato rasteiro, resina, côco e especiarias, num conjunto reforçado por algum álcool solto — para uns virtude, para outros defeito.

Incisivo no ataque à boca, por onde passa cheio de vigor, marcado por taninos jovens e realçado por acidez refrescante. Não surpreende a presença óbvia da barrica — será interessante ver como se integra ao longo dos próximos 4 ou 5 anos. Já agrada, embora ainda se esteja a fazer.

PVP recomendado: 10€.

16



P.S.

O produtor tem
presença na web.

quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Arrobeiros — Reserva '2006

Tinto produzido pela Quinta da Fonte Nova, sita em Soutelo do Douro, a partir de uvas das castas Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Touriga Nacional. Foi vinificado em lagares e estagiado durante um ano em barricas de carvalho.

Do contra-rótulo:

"No passado, os lavradores da região do Douro vendiam a sua produção de uvas à arroba. Ainda hoje se chamam arrobeiros. Com este vinho pretendemos prestar-lhes uma merecida homenagem."

Quanto ao líquido, apresenta-se muito na linha das edições anteriores, consistente naquilo que já se vai percebendo ser o estilo pretendido pela casa. Ligeiramente mais maduro e taninoso, menos fresco e mineral que o seu antecessor, quando provado com a mesma idade.

Porreiro para acompanhar um grelhado ao ar livre, e com que saudades ando de um...

3€.

14,5

segunda-feira, 14 de Junho de 2010

I

Tonight the moon is very bright.

I have not seen it for over thirty years, so today when I saw it I felt in unusually high spirits. I begin to realize that during the past thirty-odd years I have been in the dark; but now I must be extremely careful. Otherwise why should that dog at the Chao house have looked at me twice?

I have reason for my fear.


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VI

Pitch dark. I don't know whether it is day or night. The Chao family dog has started barking again.

The fierceness of a lion, the timidity of a rabbit, the craftiness of a fox...


*


IX

Wanting to eat men, at the same time afraid of being eaten themselves, they all look at each other with the deepest suspicion...

How comfortable life would be for them if they could rid themselves of such obsessions and go to work, walk, eat and sleep at ease. They have only this one step to take. Yet fathers and sons, husbands and wives, brothers, friends, teachers and students, sworn enemies and even strangers, have all joined in this conspiracy, discouraging and preventing each other from taking this step.


*


XIII

Perhaps there are still children who have not eaten men? Save the children...


Lu Hsun, "A Madman's Diary"

domingo, 13 de Junho de 2010

Tapada de Franco — Colheita Seleccionada '2005

Beira Interior DOC, lote de Rufete, Castelão, Aragonês e Touriga Nacional, este vinho foi produzido pela Adega Coop. do Fundão, sendo distribuído pela Viniparra.

Granada. Intenso q.b. no nariz, lembra frutos negros compotados e macerados, tosta de barrica e bagaço de azeitona preta. Na boca é quente e encorpado, de final um pouco taninoso, com travo adocicado.

Madurão e pouco polido por um lado, honesto e cheio de tipicidade por outro, é pinga para o frio, que aconchega mas não embevece. . . podendo, no entanto, constituir uma alternativa interessante na hora de acompanhar, por exemplo, um dos excelentes guisados da região.

4€.

14,5

sexta-feira, 11 de Junho de 2010

Quinta da Mimosa '2006

Castelão de Fernando Pó, proveio de vinhas com aproximadamente 40 anos, implantadas em chão de areia. Fermentou em cubas-lagar de inox e estagiou durante um ano em meias pipas de carvalho francês.

Cor granada de concentração mediana. A fruta, vermelha, muito doce, parcialmente transformada, confeitada, aparece misturada com sugestões de caramelo, melaço de cana, chocolate de leite e barrica — bastante, por sinal. Na boca, apesar da acidez suficiente, mostra-se cálido e um tanto rugoso, a madeira ainda por integrar. Algo impreciso, embora o todo, indiscutivelmente fiel à casta, acabe por resultar bastante agradável. Final médio/longo.

É um bom vinho, mas precisa de cave.

8€.

15,5

quarta-feira, 9 de Junho de 2010

Pingo Doce — Porto LBV '2003

Produzido pela Symington Family Estates, foi engarrafado em 2008.

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Rubi profundo, quase retinto. Rico e suave, de corpo mediano, untuoso, é um vinho que apresenta doçura moderada, em bom equilíbrio com o álcool e as sugestões de frutos negros e passas que o definem, apoiadas por notas picantes de especiarias e chocolate preto. Acessível (=fácil) e muito saboroso.

Dado o preço e a disponibilidade, parece-me um excelente ponto de partida para quem, sem arriscar muito, desejar fazer uma primeira abordagem ao maravilhoso mundo do vinho do Porto (de qualidade).

8€.

15,5

terça-feira, 8 de Junho de 2010

Versus — Síria '2005

Foi a primeira edição do varietal Síria da Vinhos Andrade de Almeida, produtor das imediações de Figueira de Castelo Rodrigo. Lembro-me dele em 2007: fresco, muito fresco, de carácter vegetal, nada doce, estranhamente gordo e fechado, como se não estivesse a dizer tudo. . .

Pois bem: há muito, muito tempo, guardei bem de mais uma unidade deste vinho atípico, que vim a descobrir no outro dia, quando procurava por outra coisa que não vem ao caso.

Quando o abri, verifiquei que a rolha se encontrava coberta de finos cristais de bitartarato de potássio. Cor palha, nem por isso carregada. Predominantemente tropical, com os cheiros, aqui mais cítricos, ali mais melados, a sugerirem algo como ananás ultra maduro e fruta dissecada — banana, papaia, alperce. . . a par de algumas curiosas notas de gasolina.

Redondo na boca, ainda se mostra fresco, sustentado por uma espinha dorsal de acidez cítrica, firme, apesar de bem menos intensa que quando o provei em novo. De bom peso e persistência, está um vinho muito agradável, a mostrar ter envelhecido bem. Só lhe falta, sempre faltou, um bocadinho mais de profundidade. Mas, vamos lá, é um varietal Síria da Beira Interior!

5€?, ao tempo . . .

16

segunda-feira, 7 de Junho de 2010

Quinta de Baixo — Escolha '2003

Este vinho consiste num lote de uvas das castas Merlot, Syrah e Baga, vindimadas e vinificadas em separado. Fermentou em lagares abertos e estagiou em barricas de carvalho francês. O produtor, sediado no lugar da Cordinhã, tem página web.

Ainda rubi. Dominado no nariz por marcas que habitualmente se associam ao retrato da componente frutada da casta Baga, com alguma evolução. Também fumo e resina, tabaco, carne (olá Merlot?) e um distintivo toque herbáceo.

Na boca mostra-se vigoroso, sustentado por um sólido núcleo de acidez. Tão polido quanto a profundidade da fruta lho permitirá, apesar de alguma secura vegetal que, ao que tudo indica, vai morrer com ele. O final é decente.

3€.

15